Um livro é um mundo mágico cheio de pequenos símbolos que podem ressuscitar os mortos e dar vida eterna aos vivos. É incrível, fantástico e “mágico” que as vinte e seis letras do alfabeto possam ser combinadas de tantas maneiras, que elas possam encher com livros estantes gigantescas, levando-nos para um mundo que nunca tem fim e nunca cessará de crescer e se expandir, enquanto na Terra existirem humanos.

Jostein Gaarder

Eu poderia ter o mesmo pai, a mesma mãe, ter frequentado o mesmo colégio e tido os mesmo professores, e seria uma pessoa completamente diferente do que sou se não tivesse lido o que eu li. Foram os livros que me deram consciência da amplitude dos sentimentos. Foram os livros que me justificaram como ser humano. Foram os livros que destruíram um a um meus preconceitos. Foram os livros que me deram vontade de viajar. Foram os livros que me tornaram mais tolerante com as diferenças

Martha Medeiros

“Quando fizeres algo nobre e belo e ninguém notar, não fique triste. Pois o sol toda manhã faz um lindo espetáculo e no entanto, a maioria da platéia ainda dorme…”

John Lennon

Sou como um livro,
Há quem me interprete pela capa.
Há quem me ame apenas por ela.
Há quem viaje em mim.
Há quem viaje comigo.
Há quem não me entende.
Há quem nunca tentou.
Há quem sempre quis ler-me.
Há quem nunca se interessou.
Há quem leu e não gostou.
Há quem leu e se apaixonou.
Há quem apenas busca em mim palavras de consolo.
Há quem só perceba teoria e objetividade.
Mas, tal como um livro, sempre trago algo de bom em mim.

Autor Desconhecido

Es.cre.ver vtd  1. Representar por escrito; (…) 3. Dirigir correspondência (a alguém); 4. exercer o ofício de
escritor.
Es.cri.tor vtd 1. Aquele que compõe obras literárias, científicas ou didáticas.
 Significados extraídos do Minidicionário Soares Amor da Língua Portuguesa  (19ª edição)

Bem, todo mundo hoje em dia tem mania de se achar escritor. Ou porque escreve textos o tempo todo baseados em pensamentos cotidianos (como eu) ou por causa de alguma redação que fez sem a ajuda de ninguém. Mas a verdade é que, você não se torna um escritor da noite pra dia, ou nos casos mais atuais, de página para blog. Pelo menos pra mim, ser escritor, escrever o que sente, são apenas variações dessa ocupação tão grandiosa, mais grandiosa que seu significado em si.

Escrever, nos dicionários hoje encontrados em qualquer lugar, tem como significado geral a ação de redigir um texto, uma correspondência, ou direcionar alguma escrita a pessoas. Mas quem escreve, sabe que na prática a teoria é outra. Não é só fazer um texto, já determinado o tema, o número de linhas, e com prazo para terminá-lo que te faz escrever com toda tua dedicação.

No meu caso, escrevo o que sinto, o que eu vejo, o que eu percebo ao meu redor. Escrevo sobre coisas bestas mesmo do dia a dia, sobre coisas que li, sobre pessoas.Pra mim é essencial escrever sobre o que sinto! Principalmente na minha fase atual, a adolescência, que é recheada de novas experiências, novos sentimentos, novos olhares sobre o mundo. Posso não ter quem me escute mais, mas se me der papéis e caneta, estarei feita! Porque, mesmo não ouvindo resposta, sentirei que alguém, nesse caso algo, está me ouvindo, está me entendendo.

Eu sinto uma compensação enorme quando olho pro papel e vejo com as minhas letras o texto, porque eu terminei uma coisinha só minha, um filho praticamente. Eu me sinto realizada, como se a minha “ocupação” de escritora tivesse acabado de ser honrada, naquele momento! É meio difícil de explicar, mas espero que quem escreve textos esteja compreendendo o pensamento aqui. E ainda por cima, vou deixar registrados os meus pensamentos, minhas observações, pra no futuro, quando olhar pra trás, me lembrar daquela época que eu me consolei com um diário, um caderno, dependendo da situação.

Não se deixe levar por outros textos que você acha “melhores” que o seu. Sim, há vários textos que nos fazem olhar para nosso caderno e fechá-lo com força, prometendo para nós mesmos que nunca mais vamos escrever novamente, mas isso não pode ser tomado como uma atitude definitiva. Esses textos, poemas, ou sei lá o quê, devem ser tidos como inspirações pra você, não pra você achar que você não consegue fazer daquele jeito. Até porque isso é uma coisa da sua cabeça, todo mundo sabe escrever, falar sobre o que sente, tem que escrever, pra deixar os outros inteirados com as suas opiniões, seu estilo, seus objetivos, ou simplesmente, sobre o seu dia a dia.

Uma dica que realmente funciona, muito aproveitada por essa que vos escreve: sempre ande com caneta ou lápis. Por que? Vai que você tá no meio da aula e de repente o professor fala alguma coisa que te deixou ali, parado, refletindo sobre determinado assunto? Ali já foi plantada, mesmo que inconscientemente, uma sementinha, que se você cultivar, cuidar e, quando já formada, pronta, você exibi-la, você terá resultados surpreendentes, lhe garanto!

Ás vezes é só uma frase que te deixa pensativo alguns instantes e uma ideia começa a surgir, se formar na tua cabeça. É nesse minuto que você tem que correr para o caderno e escrevinhar o que você tá pensando. Evite escrever somente palavras, ás vezes isso prejudica quando você vai escrever tudo definitivamente. Anota todo o pensamento que tá passando pela tua mente, facilita depois. Com o tempo, isso vai se tornar natural, você vai anotando e guardando, pra no final do dia passar tudo pelo “filtro”, tua cabeça.

Analu Silva

Anota num papel e cola na geladeira: Desapegue dos detalhes. Gargalhe. Não se importe. Seja egoísta. Confie em você. Não fique com medo antes que aconteça. E sempre…Cuidado com quem se importa de verdade!

Tati Bernardi 

Oi, eu amo seu sorriso, sabia? Amo sua risada,e amo ainda mais o seu sorriso de lado, sim ele é irresistível. Amo quando você fica com ciúmes, amo quando você fica com vergonha – sim, eu amo tudo em você – eu amo o jeito que você fala o meu nome, amo o jeito que fico quando falo com você. Já disse que te amo hoje ? E que vou te amar pelo resto da minha vida ? Sim, eu vou te amar.

IronicallyGirl

FIM DE DEVANEIO

Por muito tempo esperei, que todo o amor, aquele que me traia.
Se esvaísse de mim, aquilo que sentia por você.
Tal sentimento agonizante não parava de doer,
E meu erro foi esperar que passasse, pois cada vez mais doía.

Pensava que tua máscara era verdadeira face.
Mas, no fim, você não era quem eu pensei que fosse.
Abracei com tudo um sentimento amargo, pensando ele ser doce
E assim fiz com que o resto de amor que tinha se despedaçasse.

Será este o fim?
Será que o destino finalmente sentiu pena de mim?
Sentindo ou não, por favor, lhe suplico não me faça mais mal.

E essa mágoa que sinto por ti, com o tempo, irá desaparecer.
Já pra curar o amor a solução é morrer.
E a você só resta dizer adeus, tchau.

Raul Kelvin

Por que eu iria exigir que ele fosse um homem, se eu também sou uma moleca?

Analu Silva

“Ela prefere garotos românticos do que aqueles pegadores. É extremamente possessiva e ciumenta. Gosta de beijo na testa, abraços apertados, sorrisos verdadeiros, sentir-se segura aos braços de quem ama. Consideram-a educada, tímida. Realmente ela é tímida, mas apenas na frente que nem não a conhece. Já os amigos? Consideram-a a palhaça da turma. Aquela que ri de tudo, por tudo. Faz piada de bobagens. É aquela que quer ver todos com um sorriso no rosto. Ela não possui muitos amigos, mas cultiva aqueles poucos que são verdadeiros. Não tolera falsidade. Fareja a distância a hipocrisia disfarçado por um ”Eu te amo”. Não é a mais inteligente, simplesmente estuda o suficiente para passar de ano. Ama camisas xadrez, principalmente em garotos tímidos. Ela prefere filmes de terror do que românticos. Chora vendo Marley e eu, mesmo assistindo pela milésima vez. […] Ela possui estranhas manias. Odeia gente pessimista em todos os aspectos. Odeia machismo. É teimosa, mas teima quando a chamam assim. Odeia garotas que sobem o vestido para mostrar o corpo que ainda não se desenvolveu. Odeia pessoas que se acham mais adultas que outras da mesma idade. Odeia quem fala alto, mas não consegue falar baixo. Não suporta meio termos. Ingênua, mas nunca santa. Boba, mas não burra. Normal? Nunca foi. Maluca? Talvez. Ela? Mas conhecida como eu.” (via: sem-verg0nha)

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